O Jardim Das Delícias Terrenas, Hieronymus Bosch
E cria-se um paraíso, em que nele há um belo Jardim, feito para deliciar-se nas frutas e belezas que nele há. Esse Jardim em constante construção, está cada vez mais belo aos olhos de seus criadores e isso os deixa tão animados e orgulhosos que em vários momentos pode-se notar festas e sorrisos por esse lindo Jardim.
Enquanto ele cresce, as sementes desse jardim são regadas a cada instante. O rio que alimenta os campos verdes, vem de um centro tradicional muito antigo, notório e abundante de água cristalizada através das palavras sacrais e bem guardadas, cheio de vida. Os desejos que por ora ainda não perceptíveis, estão plantados bem no centro desse jardim, e a consciência da vida, prometida nos sabores e sementes das frutas dessas árvores, ainda será encontrada.
O Jardim enquanto Potência, é um belo lugar para ser explorado na medida em que ele vai crescendo, entretanto, em algum momento quando a consciência já adquirida e as águas que antes regavam esse jardim já estão vindo de outras fontes, fontes essas que os seus criadores nunca haviam experimentado, toda a sua construção e beleza se esvai e talvez ali, foi o lugar em que o Anjo Caído em toda a sua plenitude caiu sobre as terras que já não estavam tão verdes.
A beleza que era definida por seus progenitores, não era uma beleza que agradava os seus olhos. A luz que antes resplandecia sobre aquele lugar estava totalmente esquecida perante a grande abundância de caos e escuridão, e todas as belas histórias que se contavam daquele lugar foram simplesmente apagadas.
Esse grande e vasto mundo verde, não deixou de ter a sua beleza, não perdeu a vida, mas mudou e tornou um mundo completamente desconhecido que há de ser explorado, descoberto e compreendido. As belezas antigas apenas foram reformuladas e o caos não percebido foram totalmente expostos para que em algum momento possa-se encontrar a ordem.
Eis aqui o Mundo de Apófis, um novo e inexplorado mundo.



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